Cavaleiro Negro – Araguari

 

Lucas Ruski respondeu todas as perguntas.

1- Primeiramente gostaria que você apresentasse o “Cavaleiro Negro” para os leitores. Como a banda começou e com qual próposito?

O Cavaleiro Negro começou em uma conversa com o jhan que tocava baixo no Malkavians minha primeira banda, depois falamos com o Claudio escaravelho sobre a ideia, e formamos a banda, chamamos o Matheus e o Alex para completar o time. Nosso proposito é fazer um som verdadeiro com influencias das bandas brasileiras, fazemos o som para nós, se a galera curtir é conseqüência, fazemos um heavy metal cantado em português levando temas fortes verdadeiros, com letras pesadas e agressivas, retratando um pouco do cotidiano dos guerreiros do metal, desejos, rancores, forças e loucuras!
Criado para quem realmente gosta de um bom heavy metal underground, e tem orgulho de estar neste país, que possui um dos melhores cenários mundiais.

 

2- De qual mal o metal deve ser salvado?

Dos falsos que estão espalhados em toda a parte, White merdas e os malditos posers!

 

3- Qual a importância do festival “Rock para todos” para a cena araguarina?
Unir a cena e dar oportunidades para as bandas de Araguari e região, apoiar o fudido cenário underground nacional.

 

4- Observando as letras a banda é idelogicamente contra as doutrinas cristãs, de onde surgiu este ódio?

Religião é doença. Deus esta morto.

 

5- Você pode nos contar por que o Alex foi expulso da banda?

Ele é um maldito poser!

 

6- Jogo rápido:

 

4 bandas nacionais: Azul Limão, Centúrias, Harppia, Stress

4 bandas internacionais: Black Sabbath, Judas Priest, Iron Maiden, , Saxon

1 livro: Poderoso Chefão
1 cd: Azul Limão – Vingança

Araguari: Cheio de posers
Metal: Meu vicio, minha vida
Cavaleiro Negro: Heavy Metal Brasileiro
Uma frase: Como meu irmão de sangue negro Claudio escaravelho fala. “Assim como Metal não é para qualquer Rockeiro, O Black Metal Não é para qualquer Metaleiro!”

 

7- Como você vê a cena de Araguari atualmente?
Infestado de moleque que só querem aparecer, não apóiam nada!

 

8- Quais bandas você destacaria na cidade?

Escaravelho do Diabo, Burning Church, Malkavians

 

9- A banda tem tocado por onde? Quais são as datas na agenda da banda ainda para este ano?

A banda está parada, estamos à procura de um guitarrista.


10- Qual o principal show da banda?

No Profane 8ao lado de Calvary Death,Funeratus, Lua Negra, Scourge isso foi em 2009.

11- Você acredita que deveria haver uma maior união entre as cenas de Uberlândia e Araguari?

Claro, igual tem uma musica do Dorsal, Metal desunido, tem q ter mais união.

 

12- Recentemente Jordan Mancino, do AS I LAY DYING (Banda white) disse que não há problemas de fazer shows com bandas satânicas, e já dividiu duas turnês com o BEHEMOTH, e fez grandes amigos na banda. Você concorda com a postura do Behemoth e outras bandas que dividem turnês com propostas tão diferentes?

Jamais, isso é pura hipocrisia, Já não ia muito com a cara do Behemoth depois dessa não tem mais nem meu respeito

 

13- Já imaginou sua vida sem o metal?

 

Não. Metal sempre correra em minhas veias, tem uma musica do cavaleiro negro que chama METAL NA VEIA.

14- Sabemos que há um material para ser lançado com o nome “cavalgada sangrenta”, você nos dar mais detalhes deste material?

Sim, já esta pra sair pela distro Nocturnal Celebration.

15- Quais os contatos para merchan, e conhecer melhor a banda?

 

www.myspace.com/cavaleironegro

Celular: 034 – 8805-7937

16- Mensagem?

Apóiem o metal nacional!

 

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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