Legado Frontal em papo reto com o C.E.P

 

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1- Em que ano a Legado Frontal foi criada?
Então, a Legado Frontal iniciou atividades oficialmente em 2010, antes disso eram só “especulações” até sair do papel, ir pro estúdio e tocar o terror.

2- Porque um power trio? Foi escolha da banda ou os caminhos levaram isso a acontecer?
Os caminhos levaram isso a acontecer. Alguns músicos já passaram pelas garras da Legado Frontal. Eu (Léo) sou o único que está desde o começo. Demoramos um pouco até nós três nos encontrar e mais o som que sempre queríamos, um som diferente. Hoje em dia estamos com a formação perfeita para executar o que sempre buscamos, Léo (Guitarra/Vocal), Pit (Baixo), Boia (Bateria).

3- Tocar metalcore na sua região é difícil? O público é receptivo?
É um pouco difícil sim, mas vale a pena. Querendo ou não é algo diferente pra região onde estamos. Por ser um estilo diferente pra cá, o público se espanta um pouco quando tocamos, por achar que nunca teria algo do estilo por aqui. Mas é muito bom, é gratificante ver o tanto de gente que curte mas ainda não teve a chance de demonstrar isso. Pretendemos abrir muito mais esse leque ainda!

4- Quando a banda diz que escreve letras de puro apelo sentimental, o que quer dizer com tal afirmação?
Tudo que a Legado Frontal compôs até agora, nada foi só para formar a música. Tudo tem o seu sentido. Quando se diz que as letras são de puro “apelo sentimental”, nos referimos que escrevemos realmente o que precisa ser dito, e não digo falar do governo ou coisas assim, mas sim histórias e pensamentos que maioria das pessoas deixam guardados. A letra de Nada a Perder retrata muito esse lado.

5- Jogo rápido:

4 bandas nacionais: Eletromotriz, Raimundos, Matanza, Project46, Gloria.
4 bandas internacionais: Metallica, Slipknot, Pantera, Killswitch Engage
1 cd : Project46 – Que Seja Feita a Nossa Vontade.
1 livro: Anoitece no Iraque, Patrick Ericson.
Uma frase: “É fácil alcançar a imortalidade, basta fazer uma coisa notável.” Dimebag Darrel, Pantera.

6- “A Guerra Não Tem fim”, é o ep  lançado recentemente, o que vocês podem nos contar da experiência em gravar este material? Quem produziu? Quem fez a arte?

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A experiência foi a melhor possível, pois ficamos um bom tempo em função disso até ficar como nós queríamos. Foi um bom tempo de definição de estilo, troca de membros, até chegar o que somos agora. Esse EP define totalmente a ideia que queremos passar ao público. Todo as músicas foram produzidas no Estúdio Toca do Cachorro, do nosso brother Leandro Benedetti. O cara conhece do estilo e cresce sua qualidade cada dia mais. A Arte do CD e também da camiseta foi toda feita pela Craft, do nosso amigo Canijan Oliveira. Descobrimos ele meio por acaso, e por fim acabou saindo um trabalho incrível, do jeito que queríamos!

7- Vocês irão tocar no festival Otacilio Rock,  qual a expectativa para esta apresentação?
A expectativa para o Otacílio Rock Festival é sempre muito grande, é um lugar onde adoramos tocar, além de o público ser muito receptivo. É o primeiro show depois das gravações do EP, então pretendemos fazer um show diferente mostrar o que queremos para o público. Otacílio Rock Festival nunca decepciona!

8-  O que o festival representa para a cidade de vocês?
O Otacílio Rock Festival representa abertura para o estilo que fornece, acaba sendo uma Ação para que as pessoas vejam que o Metal não é o que elas pensam ser, é totalmente ao contrário. Conheço muita gente que depois de algumas edições do festival, acabaram aderindo ao estilo e comparecendo todo ano e prestigiando. A cena aos poucos vai mudando com essa abertura, e isso é ótimo.

9- O que a banda planeja para o ano de 2015?
Para 2015 pretendemos visitar muitas cidades para mostrar nosso som, e divulgar o terror por aí. Isso vai ser ótimo, as bandas estão se unindo e a cena só tende a crescer.

10- Contatos, merchan?
Contato para show: (49) 91440252

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11- Considerações finais:
Agradecemos ao Cultura em Peso por essa oportunidade, pode ter certeza que isso é muito importante para nós. Ao público, ouçam agora o EP Legado Frontal, no Soundcloud da banda. Espero que curtam, e logo estaremos na sua cidade!

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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