Domingo Sangrento – Joana Dark – Anápolis – Go – Review

 

Domingo Sangrento

 

A Mentira Oculta

A mentira Oculta uma das representantes da capital Goiânia abriu o evento, eles iniciaram de forma tímida a tarde no Joana Dark, apesar de ser uma banda jovem já demonstram ser uma banda de grande qualidade, um death core muito bem trabalhando com boas passagens rápidas e outras mais melódicas, a banda abriu o evento e prendeu a atenção dos que já estavam presentes, com tudo um excelente show de abertura, atraindo quem já havia chegado, mas ainda não entrando.

Review: Iúri Cremo

Shallrise 

Fez um ótimo show, iniciado com “Deceivers”, sequenciada por “Follows His Quest”  e “Simply for nothing”. Com passagens de muito peso e melodia, acordes refinados eles sofreram com problemas no microfone, onde o som foi paralisado por alguns instantes.

Show de volta muita energia, encerraram com “Immersed in memories”.

Review: Iúri Cremo

AbstraktA

Com uma sincrônia perfeita mesclada cadência, metal e beatdown. As pegadas fortes e maestria na execução de suas músicas instigavam até início de rodas. Porém o público se manteve mais a analisar a banda, aprecia-la  a cada acorde entoado.

Review: Iúri Cremo

Armum 

Armun, um dos nomes que mais cresce no cenário goiano nos últimos tempos, o power trio de death metal atraiu a atenção de todos com o seu som poderoso! Vocal feminino e viradas de bateria brutas , riff cortantes acompanhados de um  gutural excelente,  chaqualhou as estruturas da casa, foram abertas boas rodas e muito bate cabeça.

Review: Iúri Cremo

Phrenesy 

Thrash Metal com experiencia rápido sagaz old school e nervoso. A Phrenesy foi sem dúvidas o melhor show da noite até aquele momento. A ressonância do vocal timbrava toda a casa com passadas rasgadas muito bem executadas. Alguns blastbeats brutais, rodas empolgadas, cabeças girando,  uma aula do bom e velho thrash metal.

Review: Iúri Cremo

Deadpan 

Deadpan, banda de Santa Catarina que está em turnê pelo Brasil passando por diversos locais divulgando seu trabalho que de alta qualidade em todos os detalhes, a banda possui um portfólio forte, com uma excelente mídia com cd oficial, camisa, pôster, além de um quadrinho muito legal que conta a história do conceito do disco de estreia da banda, vale a pena conferir a fundo o material do Deadpan, a banda foi responsável por encerar o evento, e por se tratar de um evento em pleno domingo com 6 bandas a última banda sempre acaba sofrendo com o pouco público ainda presente, mais isso não os desanimaram, afinal de contas eles vinheram de muito longe pra isso e assim o fizeram, subiram ao palco e dizerem os ainda presentes agitarem ao som de um som de um death metal cheio de bons momentos elementos meio futuristas e conceito voltado para a unfologia “até onde eu pude entender” ao vivo a banda mostra que sabe o que faz e é com certeza uma grande banda com um som muito interessante, vale a pena conferir a fundo o som do Deadpan.

Review: Hedrey

 

Fotos: Iúri Cremo (Exceto da banda Deadpan que foram cedidas pela banda Armum)

 

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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