Psycho Carnival: Bate bate com a produção do evento

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1- Esta será a 18º edição do Psycho Carnival.
Quando vocês criaram o evento, vocês esperavam que ele durasse tantos anos?

De maneira nenhuma, não tinha idéia nem de fazer uma segunda edição, mas tanto o primeiro como o segundo deram tão certo que acabou acontecendo.

2- Quais foram as principais bandas que já tocaram no evento, que você pode se orgulho, “consegui trazer esses caras” ?
A primeira “banda grande” que tocou no festival foi o Batmobile, com certeza ficamos muito orgulhosos no época, a partir daquele momento conseguimos trazer ouras “bandas grandes” como Mad Sin, Demented Are Go, Nekromantix, Monsters, Frenzy, King Kurt. Acho que é muito massa que conseguimos ter bandas do outro lado do mundo como Robin do Japão ou Workin’ Horses Iron da Austrália. E claro bandas da América do Sul.

3- A edição deste ano terá quatro dias com varias atrações. Como foi feita a programação das bandas para cada dia?
A gente faz uma curadoria tentando uma representação das bandas mais importantes do psychobilly nacional, o maior número possível de bandas internacionais relevantes e sempre contrabalanceando, bandas novas, antigas, clássica etc… Este ano temos um line up muito legal, inclusive com o The Meteors, banda que praticamente formatou o psychobilly la no final dos anos 70, começo dos 80.
4- Exatamente, eles são considerados os precursores dessa soma de estilos que é o psychobilly. A expectativa do show deles esta muito grande?
Com certeza, estamos vendendo muitos ingressos para os 3 e 4 dias do festival, mas o dia do The Meteors tem vendido bastante ingressos separados, provavelmente vai dar sold out. A expectativa do show em si também é muito grande, fazem alguns anos que eles não vem ao Brasil e o público aqui esta sedento de ver os caras ao vivo de novo.

5- O festival sera durante o carnaval, como é a estrutura do evento? Quem for pro evento terá hospedagens próxima ao local?

O evento acontece num pub chamado Jokers Pub, uma das melhores casa para shows em Curitiba, além de um palco e um equipamento de som muito bons, tem comida de primeira, quem quiser jantar pode jantar la, quem quiser comer sanduiche, tem… bar muito bom, um lugar impar para um festival underground quem quiser conferir, vale a pena dar uma olhada na pagina deles. jokers.com.br – O Jokers é no centro de Curitiba, tem várias opções de hotel uma delas é o Hotel Brasília Curitiba, e também tem alguns hostels também. Boa parte do público do festival vem de fora de Curitiba.

6- O festiva já é uma referência do estilo, isso torna uma responsabilidade a cada ano/?

Com certeza, se,pre tentamos deixar o festival melhor na medida do possível.

7- Quem quer adquirir os ingressos pela internet como deve fazer ?

Temos os ingressos na plataforma sympla https://www.sympla.com.br/psycho-carnival-2017__107892

PSYCHO CARNIVAL 2017
Começa: Sexta, 24 de fevereiro de 2017, 20h Termina: Terça, 28 de fevereiro de 2017, 03h
sympla.com.br

Ali você pode escolher se vai querer ingressos para 3 ou 4 dias ou para os dias separados.

9- Com qual objetivo principal foi criado o festival?

Sempre foi divulgar o estilo e fazer um grande encontro de todo mundo que gosta de psychobilly. E a época do carnaval é perfeita para isso já que é um fim de semana prolongado que tem todo ano.

10- Para quem não conhece e nunca foi no evento, oque pode esperar la?
É um carnaval, um grande encontro, como eu disse antes, acaba se tornando um festa mesmo, como muita gente vem todos os anos no festival e se encontra ou no festival ou na internet, acaba virando uma hora de rever os amigos, a atmosfera é muito boa.

11- Nos agradecemos o tempo concedido para essa entrevista, e gostaríamos que deixasse uma mensagem para quem vai no evento, e para quem ainda não decidiu se deve ir :
Eu que agradeço o espaço, acho que vale a pena dar uma olhada nos anos que passaram, tem um vídeo do último show do Guana Batz que retrata bastante o que é festival, estão todos convidados, vejam o vídeo:

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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