Projeto Quem Somos: Oligarquia, Old School Death Metal de São Paulo

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Na data de hoje o projeto Coletivo La Migra publica em seu canal oficial no youtube mais um vídeo da serie Quem Somos? Voltando as atividades de 2017, o projeto volta com todas as atividades e para estrear a serie de 2017 nada melhor do que um renomado nome do Old School Death Metal paulistano.
25 anos de underground criadores de 6 materiais lançados, uma das bandas que mais se apresentou ao vivo por vários cantos deste país, se preparando para lançar mais um grande trabalho, os monstros da destruição sonora Oligarquia prestou um grande bate papo com muitas lembranças e com muita informação para o Coletivo La Migra.
A OLIGARQUIA foi formado em 1992 por Panda Reis e Alex Chivitti, mas desde o início sofrendo inúmeros problemas com troca de formação chegaram a fazer alguns shows como dupla, mas jamais se rendendo ao enorme modismo que o país enfrentava naquele período. Suas atividades continua firme e forte até hoje com os lançamento de “Destiling Hatred” de 2011, “Enslave by Light” de 2004, “Humanavirus de 2.003, “Nechropolis” de 2.001, “Really to be Dead” demo tape de 1.999 e “Conviction of the Death” demo tape de 1.995.
Confira agora como foi esse bate papo e conheça um pouco mais sobre o trabalho deste quarteto:

Acesse também os links abaixo e saiba mais:
Official Home Page: www.oligarquiadeath.com.br

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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