Banda Marte aposta em pop/rock autêntico no single “Mudar para Melhor”

 

 

Banda Marte
Banda Marte

 

Após curta pausa depois do EP Lá, fica logo alí, Marte volta à ativa recheada de pop/rock com o single Mudar para Melhor.  A canção foi composta pelo guitarrista do grupo com o intuito de homenagear seu bichinho de estimação e traz uma certa sensibilidade. Para obter o resultado esperado, a banda pôde contar com a produção, mixagem e masterização de Marco Lafico, produtor musical e membro votante do Grammy.

O produtor é conhecido por um extenso currículo de trabalhos em conjunto com artistas como Fresno, Lenine, Esteban Tavares, RPM, VOWE, NxZero, Topaz, Ivo Mozar, entre outros.  É possível ouvir a música nas principais plataformas de streaming, tais como Spotify (https://goo.gl/ngZkR4), Deezer (https://goo.gl/5Dmsyh), iTunes (https://goo.gl/i1BRov), Soundcloud (https://goo.gl/oWRrpz), entre outras.

 

De acordo com Luiz Fernando, mais conhecido como “Nando” e  compositor da faixa, a ideia surgiu como meio de eternizar “Pingo”. “Com o tempo fui percebendo que o meu cachorro está cada vez mais velho. Fiz até uma tatuagem pra ele recentemente, mas, ainda assim, me sentia vazio.  Então pensei em imortalizá-lo em uma harmonia”, afirmou.

A Banda Marte conta com apoio da Interlúdio Produtora, empresa especializada em marketing proveniente de Santos, à qual atualmente atua na concepção do mais novo videoclipe dos artistas.

 

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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