Cytotoxin – Gammageddon (2017): técnico, brutal e radioativo!

Técnico, brutal e radioativo.

É o que melhor define o som dos alemães do Cytotoxin. Pouco conhecidos, mas extremamente talentosos, principalmente no que diz respeito à execução rápida de riffs complexos e atmosféricos, que transportam o ouvinte a cenários de puro desespero, como Chernobyl em 26 de abril de 1986. Me refiro, é claro, à temática da banda, que é radioatividade, como o nome já sugere.

Em 21 de julho desse ano foi lançado o terceiro full-lenght dessa maravilhosa banda, Gammageddon! O álbum conta com 10 faixas inéditas - que apesar da radioatividade não tem nada de câncer. Sua sonoridade única e marcante vai fazer você se perguntar como nunca tinha ouvido falar dessa banda antes.

Denominando seu som de "Chernobyl death metal", suas temáticas de radioatividade vão além das letras, incluindo em algumas músicas o som de contadores Geiger (instrumentos utilizados para medir atividade radioativa), como podemos ver em "Radiatus Generis" e em outras músicas da banda. O som também remete ao slamming brutal death metal, e isso somado à complexidade técnica das músicas faz a banda ser um destaque no gênero, e obrigatória a qualquer fã de technical brutal death metal.

Formação:

Grimo - Vocais

Jason - Guitarra

Fonzo - Guitarra

V.T. - Baixo

Stephan Stockburger - Bateria

Confira o preview do álbum aqui:

O disco completo está disponível no Spotify, escuta lá!

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