Resenha: InCarne – Endless Darkness (2015)

InCarne: Endless Darkness (2015)

InCarne

Da união do gaúcho Bruno Bassani (voz) e do mineiro Lucas Marson (guitarra, baixo, programação da bateria) nasceu a InCarne. Trazendo um death metal robusto, mostram aparente influência de gigantes como Decapitated e Necrophagist, com sua técnica e seus grooves, aliados à bass drops bem encaixados, característicos de bandas de slam, o que mostra sua face brutal.

O disco começa com uma introdução interessante. De início aparenta ser apenas som ambiente, mas o vocal entra de súbito, apresentando o timbre brutal do vocalista, seguido dos demais instrumentos. Minha única insatisfação com essa introdução é o fato de que ela poderia facilmente ter virado outra música no álbum, dada sua qualidade, mas cumpriu bem seu papel introdutório, passando bem a vibe do disco para o ouvinte.

“Good Morning, Humans” já começa mostrando um pouco do lado técnico do som, e a melodia lembra bastante Decapitated. A timbragem dos instrumentos ajuda na sonoridade obscura, o que inclusive combina muito com o clima “noir” da capa do disco. “Endless Darkness”, mostra bastante esse lado técnico. Seu início, ao melhor estilo Necrophagist, marca muito bem o som. O refrão é simplesmente marcante e dispensa comentários. Na opinião de quem vos escreve, com certeza a melhor música do disco, vale a pena conferir o single:

Músicas como “Lost Within Yourself” também merecem destaque, mas eu deixo pro leitor o dever de casa de escutar este disco, que está disponível para download na página do Facebook da banda ou por meio deste link.

 

Endless Darkness

Lançamento: 13 de junho de 2015

Label: Independente

Faixas:

  1. Intro
  2. Good Morning, Humans
  3. Blood On The Cross
  4. Constitution
  5. Endless Darkness
  6. Lost Within Yourself
  7. Stupid Motivations
  8. Torture, Not Kill

 

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