Cobertura River Rock 2017

 

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O River Rock Voltou

O festival foi excelente, uma realidade bem vinda aos headbangers.

Division Hell

A banda de Curitiba abre os portais de mais um River Rock, galera aos poucos ia chegando e vendo o show pesado que os paranaenses estavam apresentando.

Um death metal bem feito com uma pegada no thrash, empolgando o público que estava presente no pavilhão. Division Hell mostrou a excelente qualidade das bandas que estariam por vim nos próximos três dias de fest. (Jonathan Dino)

E a segunda banda do festival vem com seu grindcore pesado e técnico. Os joinvilenses da Flesh Grinder apresentaram a podridão em mais um show destruidor, como não poderia deixar de ser diferente. Os bangers ficaram animados com a apresentação e bateram cabeça em frente do palco. (Jonathan Dino)

Os conterrâneos do festival sobem ao palco, sendo um dos shows mais aguardados de sexta. Thrash metal bem feito da Rhestus e de qualidade foi um show que agitou o pavilhão, já cheio da galera que chegou no primeiro dia do fest.O destaque fica por conta da Bullet In Point que foi regada a muito mosh pit. (Jonathan Dino)

A banda principal do evento era um dos shows mais aguardados do festival, os noruegueses do Ragnarok subiram ao palco para a profanação na noite de sexta.

Foi um show técnico e que não teve nada de extraordinário, cumpriram com as expectativas em um show de pouco mais de uma hora, sendo um dos ápices da noite de sexta.

O grupo de renome internacional concedeu entrevista exclusiva ao Cultura em Peso, em breve será publicada.

O set list apresentado foi o seguinte:

ragnarockset

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Jonathan Dino)

 

Algo muito curioso marcou o show da banda SYN TZ no sábado… O vocalista Giuliano Schmidt se apresentou de pijama. Além disso, Edu Beeck detonou no baixo enquanto tentava se defender de algumas travesseiradas… Marco Aurélio Girardi destruindo na guitarra como sempre. E ele, o mito Wander Verch mitando na bateria. A SYN TZ, Heavy Metal de Balneário Camboriú, tocou as músicas do seu primeiro álbum, o Heavy Load, que foi lançado neste ano. (Vanessa Boettcher)

Um dos shows que mais me surpreendeu foi o da A Sorrowful Dream, banda de Dark Metal de Porto Alegre que impressionou o público com uma presença de palco incrível. Ouvimos um vocal feminino, lírico, ás vezes com gutural, como também ouvimos o vocal grave masculino e com bastante guturais. Segunda vez no River, a ASD tocou músicas do seus dois álbuns: o Toward Nothingness e o Passion, além de uma versão pesada de Spending My Time, da Roxette. (Vanessa Boettcher)

Asfixia Social teve um diferencial que me chamou atenção. Que foi o fato de o vocalista Kaneda Mukhtar tocar trompete e trombone. O som dos caras é uma mistura de metal com jazz, punk, rap, raggae entre outros estilos… E suas letras são baseadas no seu dia a dia em São Paulo. Na bateria da banda está Rodrigo Silva, no baixo, Leonardo Oliveira e Rafael Santos assume a guitarra e também ajuda no vocal. (Vanessa Boettcher)

 

E as 17 horas sobe ao palco a banda de thrash Juggernaut, a galera já estava animada com o segundo dia de fest e se fez presente em frente ao palco.  Foi um show muito bem executado, como são todas as apresentações da banda, com velocidade e técnica. Os clássicos foram executados com maestria, fazendo o povo balançar o cabelo. (Jonathan Dino)

Cadáveres, morte, sangue, podridão e decomposição marcaram o show da Zoombie Cookbook. Death metal, crossover com uma pitada de thrash pode ser visto no show com temática de filmes de terror. Os bangers agitaram o pavilhão mais uma vez.

Captain Cornelius

A banda de Folk e Irish Punk animou demais o público presente. Com canções dançantes e animadas todo mundo gostou da apresentação bem executada. Piratas e marujos se divertiram muito com o som.

A banda de punk rock paulista sobe ao palco do River Rock. Clássico grupo sempre recorda Rédson o líder que faleceu alguns anos atrás.

Com letras fortes, o Cólera mostrou a que veio.

Foi uma apresentação muito bem feita e com as raízes do punk rock muito vivas, mostrando que ele não morreu.

Banda gaúcha Distraught era uma das mais aguardadas da noite de sábado. O vocalista Andre Meyer conduziu o show do início ao fim com maestria, agitando o público e chamando para frente do palco. Executando os clássicos da banda, foi um show muito bem falados e que a galera curtiu demais.

Uma das principais bandas do Brasil do death metal, Khrophus, toca mais uma vez no River Rock. Com nova formação, mas com a pegada de sempre. Foi um show brutal e destruidor. Impecável foi a apresentação dos músicos de São José, que sempre são muito técnicos e rápidos.

Vulcano, outra banda clássica do death metal brasileiro presente no festival.Vulcano, é rápido e preciso em suas apresentações, onde pode se ver a galera agitando e cantando as cações junto ao vocalista, que por sinal é bastante carismático e interagiu bastante com o povo. Mais uma vez o destaque fica para a música Guerreiros de Satan, que foi o ápice do show.

A Fearless Woman, banda de Curitiba formada em 2015 apenas por mulheres, se apresentou no domingo. O show foi muito bacana. Com letras em português, as meninas tocaram as músicas de seu EP Volúpia entre outras. A banda conta com Juliana Silveira (guitarra e vocal), Laura Castegnaro (baixo), Juliana Ignatowicz (bateria e vocal) e Marcele Faret (Guitarra). (Vanessa Boettcher)

A banda D.I.E. quebrou tudo e colocou para fora o que o povo está cansado de engolir. Hardcore Crossover com letras impactantes sobre questões do nosso dia a dia, como política, religião, cultura… Tudo isso expressado através de muito peso e rapidez em seu som. Essa é a banda D.I.E., que conta com Charles Guerreiro no Vocal, Hell Hound na Guitarra, Roger Vorhees no Baixo e Mortiz Carrasco na bateria. (Vanessa Boettcher)

Casa das Máquinas foi sensacional. Foi a banda que encerrou o River 2017. O público curtiu e cantou junto com a banda os seus maiores sucessos. Sendo uma banda que surgiu na década de 70, a Casa das Máquinas segue à todo vapor, e mesmo depois de tanto tempo sem lançar um disco, finalmente anunciam que estão preparando um novo álbum. No final do show todos pediram BIS e, para a alegria do povo, o pedido foi realizado. (Vanessa Boettcher)

E assim se encerra mais uma edição do RIVER ROCK FESTIVAL. Pra quem esteve presente, ficarão na memória as melhores lembranças de três dias de muita alegria, amigos, álcool, rock n’roll, metal e tudo de bom que o evento pôde nos proporcionar. E para quem não conseguiu ir, vá se preparando para 2018! Pois o próximo River já está confirmado e muitas surpresas ainda virão por aí.

Fotos do evento:

Tamanini

 

 

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Cremo é idealizador e fundador do Cultura em Peso, Asatrú, amante incondicional da fotografia e da cena underground, na qual vive intensamente há 16 anos. Formado em Redes para Computadores, é ex-vocalista das bandas La Tormenta (Grind) e Dead Bush (Punk), ambas de Minas Gerais. Ouve de Punk Rock a Metal Extremo, tendo como principais bandas na sua playlist Ratos de Porão, Napalm Death, Extreme Noise Terror, Circulo Activo, Amon Amarth, Elluvetie e Lacerated and Carbonized. Literalmente um Viking que não marca território: o mundo é sua morada. Lê constantemente sobre política, religião, história das guerras e a autodestruição humana que não aprendeu até hoje a viver com as diferenças. Some com a cena ou suma dela mesmo, agora!

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